
Mesmo com um clima mais ameno em relação ao ano anterior, 2025 teve procura 20% maior pelos serviços no AVAC-R, sendo portanto a área de maior expansão do setor no período.
Igualmente expressivo foi o faturamento registrado na soma de todos os segmentos pesquisados, que chegou a R$ 50,15 bilhões na mais recente pesquisa do Departamento de Economia e Estatística da Abrava.
Realizado a partir de informações fornecidas, de forma sigilosa, pelos associados da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, o estudo apresenta justificativas para cada fenômeno encontrado.
A manutenção do desemprego em baixa e, consequentemente, da renda alta, motivou o consumidor a garantir, desde já, seu conforto térmico, procurando especialistas em instalação e manutenção.
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Até mesmo porque os meteorologistas já avisaram: o segundo semestre vai lembrar muito o calorão de 2024, frente à forma como El Niña e El Niño combinarão seus poderes desta vez para mexer com o nosso clima.
No campo do imponderável, vivemos – mais uma vez – um período eleitoral – quando os governos municipais, estaduais e federal costumam investir em obras -; Copa do Mundo, e uma lista respeitável de feriadões no calendário.
Difícil mesmo de prever são os ventos que mudam os rumos da economia, mas, de forma geral, a pesquisa da Abrava enxerga uma desaceleração do PIB de 3,40 para 1,5, com a taxa de desocupação não passando dos 6%.
Contudo, para o setor, as expectativas para 2026 são melhores ainda do que os resultados obtidos em 2025. Em meio a tantas variáveis, a expectativa é que os seus negócios evoluam em 11% este ano, com os serviços no AVAC-R novamente se expandindo bem acima disto.










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