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Ciência

Graças à proibição dos CFCs, camada de ozônio se recupera gradualmente

Conclusão é do painel científico da ONU que supervisiona a evolução do Protocolo de Montreal

Por Redação
11 de janeiro de 2023
- Tempo de Leitura:3 minutos
Imagem do buraco na camada de ozônio sobre a Antártica
Buraco na camada de ozônio sobre a Antártida | Imagem: Nasa

A redução da espessura da camada de ozônio na região acima da Antártida será completamente revertida em cerca de quatro décadas, segundo um relatório de um painel de especialistas publicado na segunda-feira (9).

Já o buraco menor, localizado na ozonosfera acima do Ártico, deve se fechar ainda antes, estimam os cientistas.

A recuperação contínua da camada de ozônio foi confirmada na última avaliação quadrienal do grupo da ONU que supervisiona a evolução do chamado Protocolo de Montreal sobre Substâncias Destruidoras do Ozônio (SDOs).

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O acordo, adotado internacionalmente na tentativa de reparar a diminuição substancial da camada que protege o planeta contra a radiação solar ultravioleta (UV), completou 35 anos em 2022.

Desde que entrou em vigor, o tratado ajudou a banir quase 99% dos produtos químicos que destroem o ozônio, incluindo os clorofluorcarbonos (CFCs), fluidos refrigerantes que antigamente eram utilizados em geladeiras e aparelhos de ar condicionado.

Os cientistas preveem ainda que a recuperação da camada de ozônio também ajudará a amenizar as mudanças climáticas e limitar parte das consequências do aquecimento global.

Além dos CFCs, outros produtos químicos que exaurem a camada de ozônio, incluindo halógenos, clorofórmio metílico, tetracloreto de carbono, hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) e brometo de metila, já foram amplamente aplicados em agentes supressores de incêndio, refrigeradores, condicionadores de ar, aerossóis, solventes e pesticidas.

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  • China elimina 504 mil toneladas de gases nocivos à camada de ozônio

Depois que essas as SDOs foram proibidas, a diminuição da concentração de cloro e bromo na atmosfera ajudou a limitar a exposição humana aos raios UV, que podem causar câncer de pele e catarata.

“Graças a um acordo global, a humanidade evitou uma grande catástrofe sanitária causada pela radiação UV, capaz de atravessar o enorme buraco na camada de ozônio”, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, por ocasião do Dia Mundial do Ozônio, em 16 de setembro passado.

À época, ele acrescentou que cooperações bem-sucedidas como Protocolo de Montreal devem servir de exemplo na luta contra as mudanças climáticas.

Com informações da Deutsche Welle

Tags: Aquecimento GlobalAr CondicionadoCamada de OzônioCiênciaClimaClimatizaçãoMeio AmbienteMudanças ClimáticasONUProtocolo de MontrealRefrigeração
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