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Climatização

Goleiro desempregado faz ‘bico’ como refrigerista

Atleta do Amazonas atua no mercado do frio fazendo instalação, manutenção e limpeza de ar-condicionado

Por Redação
13 de junho de 2020
- Tempo de Leitura:3 minutos
Tetracampeão amazonense, goleiro Bruno Saúl (ex-Iranduba) está trabalhando como refrigerista-ajudante na oficina de um amigo | Foto: Arquivo pessoal
Tetracampeão amazonense, goleiro Bruno Saul (ex-Iranduba) está trabalhando como refrigerista-ajudante na oficina de um amigo para driblar a crise do coronavírus | Foto: Arquivo pessoal

Espelho da sociedade brasileira, o futebol igualmente reflete as desigualdades entre clubes e atletas. Essas diferenças se tornaram ainda mais nítidas durante a pandemia do novo coronavírus, que já levou várias equipes a dispensar jogadores e comissões técnicas.

Um desses personagens é o goleiro Bruno Saul, de 23 anos, campeão amazonense entre 2016 e 2019. Sem o salário de R$ 2,6 mil pagos pelo Iranduba e com as contas se amontoando em casa, o atleta tem ganho apenas a metade disso atuando como refrigerista-ajudante na empresa de um amigo, realizando principalmente a limpeza de aparelhos de ar-condicionado. Recebe uma diária de R$ 50.

A condição enfrentada por Bruno é a mesma de milhares de outros atletas país afora, afetados pela paralisação das atividades causada pela covid-19. O goleiro é um dos cerca de 12 mil atletas com contratos ativos registrados na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e também faz parte da enorme base da pirâmide salarial nacional.

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De acordo com estudo da consultoria Ernst Young para a CBF, com dados de 2018, na região Norte, que detém apenas 9% dos atletas profissionais do País, o salário médio dos jogadores é de R$ 1,2 mil. Nove em cada dez atletas (89%) no Norte receberam aproximadamente R$ 1 mil naquele mesmo ano.

“Ajudo com instalação, manutenção, lavagem e outros serviços. Com a pandemia, ficou difícil arcar com as despesas, mas estamos nos virando como dá. Temos que nos adaptar às circunstâncias. Sei que o dinheiro que tiro não é muito, mas dá para se manter pelo menos até voltar à normalidade”, enfatizou em entrevista ao site do Globo Esporte.

A crise na casa de Bruno fica ainda mais dramática porque ele e a esposa, Anna Paula – atualmente desempregada como milhões de outros brasileiros –, ainda não conseguiram receber o auxílio emergencial de R$ 600.

Assim, a refrigeração – da qual o atleta só sabia o básico – passou a ser a única fonte de renda do casal. Mas como força de vontade e disposição para aprender nunca faltaram a ele, certamente o jogador sairá de mais essa partida com o resultado positivo.

Tags: AmazonasAr CondicionadoBicoBruno SaúlCampeonatoClimatizaçãoCoronavírusCovid-19CriseFutebolGoleiroInstalaçãoIrandubaJogadorManutençãoRefrigeraçãoRefrigeristaSARS-CoV-2TetracampeãoTimeTrabalho
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