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Mês da Mulher

Chemours quer metade de seus postos de direção ocupada por mulheres até 2030

No mesmo período, 35% de todos os cargos da multinacional, notabilizada no AVACR brasileiro pelos seus fluidos refrigerantes ambientalmente amigáveis, também serão preenchidos por elas

Por Wagner Fonseca
20 de março de 2024
- Tempo de Leitura:4 minutos
Sanches, Antunes e Granato: histórias inspiradoras na operação brasileira | Foto: Divulgação

Cumprir objetivos tão ambiciosos, diante das inúmeras providências prévias requeridas já há algum tempo para que eles sejam atingidos,  tem levado a Chemours a incrementar uma série de ações mundo afora.

Na operação brasileira, tais diretrizes foram fundamentais para que 49% dos colaboradores sediados no país sejam hoje  do sexo feminino, índice que chega aos 43% nas fábricas, onde 56% ocupam funções administrativas.

A propósito, a atual  diretora-presidente da Chemours Brasil é uma mulher, e ela espera ver colegas suas obtendo  ascensão profissional semelhante.

É isso o que motiva  Claudia Antunes a participar  de  fóruns,  dentro e fora do país, além de interagir com ONG’s que ajudem no surgimento de ambientes ”onde todos possam ser sua melhor versão, com respeito e valorização verdadeiros à diversidade”, define. 

“Estou comprometida em seguir criando oportunidades para aumentar a presença de mulheres em nossa organização, garantindo que tenhamos um ambiente de equidade em seu sentido mais amplo”, acrescenta a executiva,  dizendo-se orgulhosa por ter sido  a primeira a ocupar, a partir de 2020, a liderança da operação brasileira.

Segundo ela, ”esta é uma jornada que depende de nós, mulheres de negócios, para seguir avançando na direção de um mundo corporativo que valoriza a diversidade”, concluiu.

Ações específicas

Além da equidade prevista para ser alcançada ao longo dos próximos seis anos entre homens e mulheres trabalhando na companhia, de acordo com os Compromissos de Responsabilidade Corporativa (Corporate Responsibility Commitment – CRC),  a Chemours possui um organismo interno denominado ERG’s (Employees Resource Groups).

Uma das células dessa iniciativa é  o “Chemours Women Network” (CWN),  liderado no Brasil pela engenheira química com 25 anos de Chemours, Camila Granato Tiezzi. 

Exemplo recente da atividade desenvolvida por esse organismo, cujas ações se espalham ao longo do ano,  é a série de painéis realizada para comemorar o ’Dia das Mulheres e Meninas na Ciência’, abordando as dificuldades e as oportunidades que as mulheres ainda encontram na Indústria e na Ciência.

Outra apaixonada pela química e pela projeção crescente das mulheres neste campo é Camila Sanches, engenheira da área que começou a estudar polímeros ainda na adolescência, e que também se dedica a este trabalho.

 ” Nosso  objetivo  é fazer com que as meninas possam se sentir cada vez mais confiantes e confortáveis para ingressar nas carreiras STEM” (  acrônimo formado pelas iniciais das palavras Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em inglês),  ”pois essa é uma jornada intensa, desafiadora e muito empolgante”, explica a engenheira química que trabalha há 15 anos na Chemours.

Independentemente  do gênero, porém, ela sugere a quem pretenda crescer no setor estar sempre atualizado, pois os avanços ocorrem praticamente todos os dias. “Você precisa estar em um processo contínuo de aprendizado e desenvolvimento profissional, seja assistindo às conferências do setor, participando de programas de treinamento especializados ou buscando certificações avançadas”, ensina. 

Barreiras

O extenso trabalho realizado pela Chemours e demais empresas, tanto  no AVACR como em outros setores, na tentativa de estimular um ambiente interno digno de quase um quarto de século 21 já transcorrido, não significa, propriamente,  que falte pouco a ser feito.

Trabalhar numa organização global possibilita uma visão igualmente ampla daquilo que ocorre em nosso país, ante o caminho trilhado por nações mais alinhadas, ou não, com os reclamos por um mundo mais justo e igualitário.

“Como mulher latina, a minha maior dificuldade até hoje é trabalhar em um país em desenvolvimento. Eu vejo que existem muitas oportunidades de crescimento profissional para as mulheres que vivem nos Estados Unidos ou em outros países desenvolvidos”, constata  Camila Granato Tiezzi.

Em sua análise, nos  países em desenvolvimento a grande dificuldade é cultural, pois a mulher brasileira, e a latina de uma forma geral,  têm uma carga de trabalho grande em casa, o que a sobrecarrega e faz com que não assuma mais responsabilidades no trabalho. 

“Estamos longe de ter uma equidade em salários e na quantidade de trabalho em casa, pois ainda enxergamos como sendo responsabilidade da mulher cuidar da casa e dos filhos. Nos Estados Unidos, por exemplo, as mulheres já estão atingindo essa igualdade, mas, infelizmente, as latinas ainda têm um longo caminho pela frente”, arremata a líder no Brasil da  “Chemours Women Network” (CWN).

Com a colaboração da G&A Comunicação

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Tags: Ar CondicionadoAVAC-RChemoursClimatizaçãoFluido RefrigeranteHVAC-RMulheresRefrigeração
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