
Um mês após pesquisa da Euromonitor International apontar, pelo décimo ano consecutivo, sua liderança em ar-condicionado na América-Latina, a LG fala como pretende aumentar essa hegemonia na região.
No mercado brasileiro, cujas vendas da área de climatização praticamente triplicaram na última década e – no último ano – cresceram 30%, a marca sul-coreana também é líder, vindo em seguida o México em volumes comercializados.
Parte significativa deste resultado a LG atribui ao fortalecimento de sua rede de instaladores e parceiros técnicos, à qual oferece treinamentos, certificações e suporte para garantir que a experiência do consumidor seja consistente em qualquer lugar do país.
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Tais esforços levam igualmente em conta que, segundo dados de 2023, apenas 20% da população brasileira possuem ar-condicionado, razão pela qual continuar crescendo por aqui permanece firme e forte entre as metas da empresa
Sustentabilidade
Em entrevista exclusiva ao Blog do Frio, o gerente de Ar-Condicionado Residencial da LG Electronics Brasil, Lucas Nogueira, resumiu a fórmula básica para isso.
Segundo ele, será intensificada a colocação no mercado de soluções combinando a exclusiva tecnologia Dual Inverter, IA, eficiência energética, conectividade, durabilidade, baixo nível de ruído e design diferenciado.
“Estar na liderança da América Latina por dez anos seguidos é um marco que reflete a confiança que os consumidores depositam em nossos produtos”, diz Nogueira.
Além de ampliar a distância numérica dos concorrentes na região, ele diz estar em mira a consolidação da LG também como referência em tecnologia e sustentabilidade.

Sustentabilidade também continuará no foco das atenções, em sintonia com as metas estabelecidas pelo Protocolo de Montreal e a Emenda de Kigali.
Pioneiras na substituição do R410-A pelo fluido refrigerante R-32, de baixo GWP, as fábricas da LG refletem a mesma preocupação ambiental no dia a dia.
“Elas seguem programas rigorosos de gestão de resíduos e eficiência energética interna, com políticas voltadas para redução de emissões e reaproveitamento de materiais”, assegura Lucas.
“Nos comprometemos a manter esse ritmo, acompanhar as atualizações regulatórias e incorporar nas próximas gerações de produtos soluções que atendam — e muitas vezes antecipem — os limites e exigências estabelecidos internacionalmente”, conclui o gerente.










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