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Fluidos Refrigerantes

Com R-32, perfil ambiental dos splits começa a mudar no Brasil

Apenas estoques mais antigos ainda são instalados com R-410A

Por Redação
13 de outubro de 2025
- Tempo de Leitura:4 minutos
R-32: Conformidade ambiental e eficiência energética, ao substituir o R-410A | Foto: Shutterstock

À medida em que o fluido refrigerante R-32 prevalece nas fábricas de splits, em substituição ao R-410A, a modalidade de ar-condicionado mais vendida no país começa a recuperar seu perfil de ambientalmente correto.

Isto ocorre porque o R-32, ao contrário de seu antecessor, gera 68% menos efeito estufa quando vaza para a atmosfera, tendo em vista seu GWP (Potencial de Aquecimento Global) de 675, contra 2.088 do R-410A.

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Esta é a causa de fluidos como o R-410A terem hoje diferentes prazos estipulados pela Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal para sua redução, conforme o grau de desenvolvimento dos países.

Sem mistério

Mas ainda há quem receie os resultados gerais dessa mudança, possivelmente por desconhecer outros pontos fundamentais desse novo momento envolvendo o condicionador de ar mais popular do país.

Confira alguns aspectos, além do ambiental, nessa migração dos splits novos do R-410A para o R-32:

Eficiência: O R-32 oferece eficiência térmica superior à do R-410A, o que pode resultar em menor consumo de energia elétrica no dia a dia.

Ferramentas: Um dos requisitos para se fazer um bom trabalho com o R-32 é o uso de ferramentas específicas: recolhedoras, cilindros de recolhimento, detectores de vazamento e bombas de vácuo compatíveis com ele.

Inflamabilidade: O R-32 tem classificação A2L (levemente inflamável), o que torna seu risco mínimo e controlado, tendo em vista a baixa velocidade de propagação de chama, cujo eventual início depende sempre de alta concentração e uma forte fonte de ignição.

Lubrificação: Geralmente, os equipamentos projetados para R-32 já vêm com o óleo lubrificante POE (poliolester), que também é compatível com R-410A.

Manuseio: Evite fontes de ignição (chamas abertas, faíscas, cigarros) e utilize equipamentos de proteção individual, aspectos nos quais vale a pena o profissional buscar treinamentos específicos, como os realizados pela Chemours, fabricante do Freon™ 32.

Pressão: As pressões de trabalho do R-32 são ligeiramente maiores do que as do R-410A, o que facilita a transição. No entanto, é crucial seguir as tabelas de pressão e temperatura para R-32.

Recarga: Por ser um fluido de componente único, ao contrário do R-410A, que é uma mistura, o R-32 permite ser carregado tanto em fase líquida quanto em fase vapor.

Ventilação: Certifique-se de que o local da instalação ou manutenção esteja bem ventilado para evitar o acúmulo de fluido refrigerante em caso de vazamentos.

Vale ainda lembrar que, embora as pressões de trabalho sejam semelhantes, o R-32 não pode ser usado em um sistema concebido para trabalhar com R-410A, sob pena de haver danos e até riscos de segurança.

Pronto, fim do mistério. Bom trabalho!

Tags: A2LAquecimento GlobalAr CondicionadoAVAC-RChemoursClimatizaçãoCondicionador de ArEficiência EnergéticaEmenda de KigaliFreon 32Freon 410AGWPHVAC-RMeio AmbienteProtocolo de MontrealR-32R-410ARefrigeraçãoSustentabilidade
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