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Fluidos Refrigerantes

Manuseio e utilização de R-600a exigem atualização profissional

Tirar esse hidrocarboneto altamente inflamável e colocar no sistema de refrigeração o bom e velho R-134a é extremamente errado, escreve especialista

Por Anderson Oliveira*
2 de junho de 2019
- Tempo de Leitura:3 minutos
Geladeira residencial | Foto: Shutterstock
Mecânicos de refrigeração residencial devem se manter atualizados para trabalhar com fluido refrigerante inflamável | Foto: Shutterstock

Em se tratando de fluidos refrigerantes, o mercado de refrigeração residencial está num momento de transição. Passamos por isso nos anos 2000, quando fabricantes de refrigeradores deixaram de utilizar o clorofluorcarbono (CFC) R-12 e começaram a fabricar seus equipamentos com o hidrofluorcarbono (HFC) R-134a. Da mesma forma, nesta última década, a indústria de climatização está deixando de fabricar equipamentos com o hidroclorofluorcarbono (HCFC) R-22 e aderindo ao HFC R-410A.

O fato é que toda mudança exige um período de adaptação e, consequentemente, atualização profissional, seja por meio de cursos, palestras ou treinamentos técnicos. O que vem acontecendo com o mecânico da linha doméstica é que, quando ele se depara com o isobutano (R-600a), logo quer tirar esse hidrocarboneto (HC) altamente inflamável (A3) e colocar no sistema de refrigeração o bom e velho R-134a. E isso é extremamente errado.

O projeto do refrigerador e compressor foi baseado nas características do R-600a, inclusive o limite de temperatura de evaporação e condensação, que chamamos tecnicamente de envelope do compressor. A densidade, o volume específico e o ponto crítico são levados em consideração num projeto de desenvolvimento e ainda demora anos para se alcançar o resultado esperado.

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Aí o mecânico desatualizado e que nem imagina o que são boas práticas aplica a carga de gás refrigerante por pressão com o R-134a (que já não pode) e acaba ocasionando um baixo rendimento do sistema. E aí começam aparecer avarias que não existiam no refrigerador original com R-600a.

Baseadas nessa constatação, aqui vão quatro dicas técnicas que irão auxiliar o refrigerista a conhecer melhor esse fluido refrigerante:

1 – O R-600a é mais denso que o ar que respiramos. Portanto, se houver vazamento, ele tende a ficar próximo à região do compressor e, se tiver uma pequena faísca, ele pega fogo. Por isso, ventile bem o local onde constatou-se vazamento para se trabalhar com segurança.

2 – A pressão de trabalho do R-600a em refrigeradores será abaixo da pressão atmosférica, ou seja, o refrigerador trabalhará em vácuo para atingir uma temperatura de evaporação média de -28 °C. Mas cuidado, a quantidade de R-600a menor que a original também faz o refrigerador trabalhar em vácuo, mas perde rendimento enorme.

3 – A quantidade de R-600a em gramas é pequena. Utilize uma balança de precisão de baixo custo e você consegue manter o rendimento idêntico ao do fabricante.

4 – Sites dos fabricantes, cursos, palestras e videoaulas na internet são a melhor opção para se manter atualizado.

* Anderson Oliveira é professor e fundador do canal Intac Treinamentos no YouTube

Tags: Anderson OliveiraDicasFluido RefrigeranteGásGeladeiraHCIntac TreinamentosLinha BrancaLinha DomésticaLinha ResidencialMecânicoR-600aRefrigeraçãoRefrigeradorRetrofit
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