A gigante brasileira do ramo de cobre encerrou os três primeiros meses de 2016 com resultados estáveis e eficiência equiparada aos melhores transformadores globais de cobre. No período, a empresa registrou forte geração de caixa de R$ 377 milhões, vendeu 69,2 mil toneladas de produtos e auferiu receita líquida de R$ 1,3 bilhão, 9% superior na comparação com o primeiro trimestre de 2015.

“Com o enfraquecimento do mercado interno, a Paranapanema manteve seu foco comercial nas exportações, principalmente para China e América Latina, e atingiu 72% de vendas para o mercado externo, ante 58% registrado em todo o ano de 2015”, informa o press release distribuído pela companhia.

Segundo o comunicado, o endividamento total da organização recuou para R$ 1,9 bilhão, uma queda de 13%. “A combinação de inteligência de mercado e rígida gestão de recursos nos permitiu entregar resultados acima da média da indústria metalúrgica brasileira, mesmo diante de um cenário econômico adverso, com retração na disponibilidade de crédito e enfraquecimento do PIB industrial”, diz o presidente da empresa, Christophe Malik Akli.

“Podemos afirmar que nosso plano de tornar a Paranapanema num player competitivo em âmbito global foi alcançado”, acrescenta o executivo.


 

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