Brasil, terça-feira, 24 de outubro de 2017

Lucro da Danfoss cresce 10%

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A Danfoss manteve a dinâmica de crescimento da primeira metade do ano no terceiro trimestre. Após os primeiros nove meses de 2016, as vendas atingiram 29,1 bilhões de coroas dinamarquesas contra 28,7 bilhões de coroas dinamarquesas no mesmo período do ano anterior, o que corresponde a um crescimento de 4% em moeda local.

Segundo o comunicado distribuído à imprensa, o aumento das vendas e as melhorias contínuas nas operações elevaram o resultado operacional (EBIT) para 3,5 bilhões de coroas dinamarquesas, o que corresponde a um aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, a Danfoss adquiriu duas empresas, a Sondex Holding S/A e a White Drive Products Inc., totalizando vendas anuais de aproximadamente 1,6 bilhão de coroas dinamarquesas e, como parte da estratégia de digitalização do grupo, foi criado um novo centro de desenvolvimento digital em Berlim.

“Nossos esforços para elevar o crescimento por meio de, entre outras coisas, investimentos em mercados em crescimento e inovação resultaram em aumento da participação de mercado. Ao mesmo tempo, nosso fluxo de caixa consistentemente forte e nossa sólida capacidade de lucro abrem o caminho para o fortalecimento de nossos principais negócios por meio de aquisições e investimentos em novas iniciativas digitais”, diz o presidente e CEO da companhia, Niels B. Christiansen.

As vendas na Europa, o maior mercado da Danfoss, estão melhorando. O desenvolvimento também é positivo na China e em algumas partes da América do Norte, e a Índia mantém as taxas de crescimento de dois dígitos.

O segmento de refrigeração e ar condicionado, em particular, teve um sólido crescimento em vendas e ganhos, e também as áreas de hidráulica e aquecimento entregaram melhores vendas e ganhos, enquanto o segmento de conversores de frequência foi impactado pelos menores níveis de atividade em várias indústrias globais.

“Mantemos a tendência positiva e, apesar de uma economia global caracterizada por preços baixos em commodities e níveis geralmente baixos da atividade em diversas grandes indústrias globais, diversos fatores estão desencadeando um desenvolvimento positivo”, salienta o executivo.

“Olhando para o futuro, com a entrada em vigor do acordo climático COP-21, vemos um grande potencial para nós, pois a eficiência energética é fundamental para que cada país atinja os objetivos planejados de redução. Consequentemente, esperamos que a demanda por várias de nossas tecnologias e soluções de eficiência energética aumente em médio e longo prazo”, acrescenta.


 

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